SÃO PAULO

 



        São Paulo trinta anos depois de me aportar nela ainda representa, pelo menos para mim, o melhor do Brasil profissionalmente. A cidade que oferece mais oportunidades de postos de trabalho em todas as esferas, todos os níveis, todas as profissões, para todas as idade, sexo, situação financeira.
     A cidade que há mais de cinquenta anos recebeu um parente próximo, um primo querido, com a profissão de soldador, recebeu na década de 1990, outro primo, em segundo grau, juiz aprovado na capital, aliás, o então juiz mais jovem, mereceu até reportagem na Folha de São Paulo, com direito a foto colorida.
    No ano de 2020, São Paulo recebeu outro primo, agora em terceiro grau e sobrinho do juiz, que agora é juiz federal, um jovem engenheiro, residente no Itaim Bibi. 
    Os filhos do primeiro primo, agora soldador aposentado, o rapaz é arquiteto e a moça, pedagoga com várias especializações.
     Por que estou registrando isso? A Vejinha da semana de aniversário de São Paulo, traz em reportagem de capa, a cara da atual capital, jovens nordestinos empreendedores, que atual na maior cidade do país e que lá chegaram e conseguiram se destacar em diversas frentes de negócios. 
     A reportagem mostra que o nordestino sem profissão definida não se arrisca mais para arriscar-se em emprego na construção civil, como por exemplo, acontecia até certo tempo.       
            

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