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Mostrando postagens de Outubro, 2012

OS LIVROS & EU COM GONZAGA SOUZA

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Em dezembro de 2005, estive numa loja para comprar um bugre. Na hora de fechar o negócio, entrei no escritório do dono, Luiz Gonzaga de Souza e, para minha surpresa, deparei-me com uma biblioteca, algo raro, especialmente numa loja de carro. Aquilo me marcou e dias depois retornei à loja e pedi um depoimento a Gonzaga sobre sua biblioteca. Gonzaga, que é formado em Direito, é proprietário da Gonzaga Veículos e casado com Neta, com quem tem três filhos: a arquiteta Narjara, o administrador de empresas Artêmio e a médica, Nayara. Na sua biblioteca, junto aos livros, também mantém coleção de miniaturas de carros e de bonés. Esse depoimento foi publicado em 2006 na revista PRESENÇA, de Marilene Paiva.         

Os Livros & Eu Por Luiz Gonzaga de Souza            “Meu relacionamento com livro começou quando, menino, molecão   ainda, trabalhava em hotel. E hotel é uma coisa bastante visitada por gente de todos os níveis.             Naquela época gente importante vinha para o Nordeste e lem…

O ÚLTIMO CORONEL?

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O auditor fiscal aposentado, Francisco Germano Filho - Chiquinho Germano - há exatos 50 anos que jamais perdera uma eleição no pequeno município de Rodolfo Fernandes, na região oeste do Rio Grande do Norte, sofreu a sua primeira derrota, nas eleições de 2012. Desde 1962 ele concorrera a onze eleições, vencendo em todas, porém, dessa vez concorreu a vice-prefeito, concorrendo com uma sobrinha que elegeu há quatro anos, perdendo para o candidato da sobrinha, por sinal, irmão do seu candidato a prefeito. 
           Seria Chiquinho Germano o último dos coronéis a ser banido da vida pública?              A seguir, entrevista que fiz com ele há nove anos, quando explica seu sucesso nas urnas, o pensamento, as estratégias e a convivência com alguns políticos. 
LUCIA ROCHA Especial para GAZETA DO OESTE Publicado em 1º de junho de 2003                                                 UM CORONEL DO BEM
Em época de auditorias fiscais, o prefeito de Rodolfo Fernandes está indignado com tanto…

O SERTÃO, A RURAL E SEU MANÉ

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O radialista Manoel Alves de Oliveira, o seu Mané, era natural da zona rural de Felipe Guerra. Nasceu em 22 de fevereiro de 1941, filho do agricultor Manoel Alves e da lavadeira, Luíza Maria da Conceição. Sêu Mané era o quarto de uma família de sete filhos e começou a trabalhar ainda menino.        Garoto esperto, levava para casa todo o dinheiro que ganhava. Aos dez anos de idade, Manoel Alves migrou para Mossoró, onde morou em casa de conhecidos da família, inicialmente no bairro Bom Jardim e trabalhou de babá dos gêmeos – Cosme e Damião - e depois, num armazém de cereais. Prestou o serviço militar e passou a trabalhar no extinto Cine Jandaia.         Em 1963, com a inauguração da Emissora de Educação Rural, Manuel Alves prestou concurso para operador de som e foi aprovado. Pouco tempo depois, na falta do locutor do horário, assumiu a locução, por sugestão do então diretor, Padre Américo. O bom desempenho do sêu Mané o fez o locutor mais conhecido da história da Rádio Rural de …