Tarde de autógrafos com Ruth Rocha

Posted by Lúcia Rocha








ESCRITORA RUTH ROCHA REVIVE PARCERIA E LANÇA COLEÇÃO INFANTIL

 COISINHAS À TOA QUE DEIXAM A GENTE FELIZ, é tema de um grande evento literário que acontece no dia 18 de março, em São Paulo, com a presença de Ruth Rocha. Haverá oficinas de desenhos e fotos gratuitamente para as crianças e distribuição de autógrafos das escritoras, são algumas das atrações.


No dia 18 de março/2017 (sábado), a partir das 14h, a Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena/SP) será palco de um grande evento literário, com Ruth Rocha.
Depois da bem-sucedida parceria entre os autores Ruth Rocha e Otávio Roth, que resultou, entre outras publicações, nos livros: “Azul e Lindo: Planeta Terra Nossa Casa” e “Declaração Universal dos Direitos Humanos” (Coleção Constelação), a Editora Salamandra lança, agora, a Coleção “Coisinhas à toa que deixam a gente feliz”, em quatro volumes, dois de autoria de Otávio e dois inéditos de Ruth, em edição especial e limitada.
Em ocasião da festa de lançamento da Coleção, será realizada a montagem de uma ** Árvore (peça de arte colaborativa criada pelo autor e artista plástico Otávio Roth), que comporá o cenário lúdico e acolhedor para crianças e adultos. Estão previstas, ademais, diversas atrações gratuitas, como: oficinas de desenho e fotos para crianças, sessão de autógrafos com Ruth Rocha e bate-papos.
** A Árvore – A obra de arte colaborativa e itinerante, concebida pelo artista plástico Otávio Roth em 1990, para um evento na escola das Nações Unidas, sintetiza valores-base do trabalho do artista. O compromisso com a paz, a integração entre crianças de diferentes culturas, a crença na arte como elemento agregador e de sensibilização de adultos e crianças entorno de temas caros a sociedade, como a convivência pacífica, direitos humanos e sustentabilidade, são algumas das mensagens transmitidas por essa grande árvore, composta por folhas pintadas individualmente por mais de 60.000 crianças, de cerca de 70 países.
E, para participar desta obra de arte colaborativa, (Projeto “A Árvore”), que permanecerá na Livraria da Vila dos dias 11/03 a 20/03, acontece, gratuitamente, a partir das 14h do dia 18/03,  a Oficina “O que deixa a gente feliz”. Crianças serão convidadas a se inspirar nos versos e ilustrações dos livros para criar suas próprias representações de felicidade, desenhando em folhinhas que serão coladas na árvore. Cada folhinha ilustrada traz o nome, a idade e a cidade da criança.
Ainda como parte da programação no dia do Lançamento da Coleção “Coisinhas à toa que deixam a gente feliz”, outra atividade para as crianças será a Foto Divertida “O que deixa a gente feliz. Um painel montado com as capas dos livros servirá de fundo para que os rostos das crianças sejam fotografados. Enquanto aguardam a impressão, farão um porta-retrato em origami para levarem de lembrança do evento.
E, para finalizar a programação do dia 18, a partir das 16h, Ruth Rocha, Ana Roth e Isabel Roth (filha de Otávio Roth) fazem a abertura oficial do evento, seguida da sessão de autógrafos. A jornalista e amiga, Mona Dorf finaliza com uma homenagem.

Serviços:
Lançamento da “Coleção Coisinhas à toa que deixam a gente feliz ” – Ruth Rocha e Otavio Roth
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena/SP
Data: 18 de março/2017
Horário: a partir das 14h
Estacionamento com manobrista:
Até as 18h: R$ 6,00 (sendo cliente) - até 2h
Após 2h, + R$ 2,00 adicional
A partir das 18h: R$ 10,00  

Programação Completa:
A partir das 14h – Oficinas para as crianças “O que deixa a gente feliz”;
A partir das 16h – Lançamento da Coleção com a participação de Ruth Rocha, Ana Roth, Isabel Roth e Mona Dorf. Sessão de autógrafos com Ruth Rocha.

Sobre a Coleção “Coisinhas à toa que deixam a gente feliz”:
Em 1993, o autor Otavio Roth teve a ideia de escrever uma série infantil que falava de pequenas coisas que podiam deixar a vida mais feliz. Coisas como acordar com cafuné, começar caderno novo, comer pão quentinho de manhã, ter um vaga-lume aceso na mão etc.
Criou então dois livros delicados, com versos singelos e bem-humorados, chamados “Duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz” e “Outras duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz”.
Na época, a escritora Ruth Rocha, que já havia publicado alguns livros em parceria com Roth – entre eles, Azul e lindo: Planeta Terra, nossa casa e Declaração Universal dos Direitos Humanos --, assinou os textos para a contracapa dessa nova coleção.
Agora, a Salamandra está relançando a coleção “Coisinhas à toa que deixam a gente feliz” com mais dois volumes de autoria da própria Ruth Rocha, que quis assim prestar uma homenagem ao seu antigo parceiro de histórias: “Mais duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz” e “Novas duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz”.
Compostos por 24 versos e ilustrados com delicadeza por Mariana Massarani, os livros revelam e valorizam os pequenos prazeres cotidianos, como cheirar mato molhado, estourar plástico bolha e vestir pijama de flanela. Quem escreve a contracapa dos novos volumes é o escritor e poeta paulista Fabrício Corsaletti. “O que há em comum entre começar um caderno novo, fazer guerra de almofada, deitar num travesseiro macio, estourar plástico bolha e comer espaguete al dente? Isso mesmo: são coisinhas à toa que deixam a gente feliz. Nos quatro livros que compõem a coleção Coisinhas à Toa — dois deles publicados por Otavio Roth em 1993 e os outros dois escritos posteriormente, “à moda de Otavio Roth”, pela Ruth Rocha —, os autores listaram algumas dúzias desses pequenos prazeres do dia a dia, nos quais, pensando bem, a gente nem repara direito, mas que, pensando melhor, representam boa parte da nossa alegria cotidiana. Ilustrada pelos desenhos vibrantes e multicoloridos de Mariana Massarani, esta coleção de frases-achados forma um verdadeiro baú de banalidades mágicas, dessas que só os poetas sabem reconhecer e, para nossa sorte, nos revelar.”Fabrício Corsaletti



Ruth Rocha

Sobre Ruth Rocha:
Ruth Rocha é uma das escritoras mais amadas pelas crianças no Brasil. Com livros que falam de ética, que criticam o poder autoritário e tratam a criança com respeito, sua obra é apreciada, também pelos professores e pelos pais, há três gerações.
Iniciou sua carreira como orientadora educacional, onde vivenciou as dificuldades das crianças em seu ambiente cotidiano. Sua primeira história foi Romeu e Julieta publicada na revista Recreio, mas é Marcelo, Marmelo, Martelo seu texto mais conhecido. É considerado um marco da literatura infantojuvenil no Brasil e também ganhou traduções em diversas línguas.
Em 1989, Uma História de Rabos Presos foi lançado no Congresso Nacional e em 1990, sua Declaração Universal dos Direitos Humanos e Direitos das Crianças Segundo Ruth Rocha foram acolhidas na sede das Organizações das Nações Unidas.
Recebeu, em 1998, das mãos do então presidente Fernando Henrique Cardoso, a Comenda da Ordem do Ministério da Cultura. Tem vários livros premiados e ganhou seis prêmios Jabuti, o maior prêmio da literatura do país. Foi escolhida para fazer parte do Pen Club-Associação Mundial dos escritores e é membro da Academia Paulista de Letras.
Irreverente, popular e ética, já vendeu mais de 40 milhões de livros dos quais 2 milhões em outros países. Como jornalista, assinou o editorial de Educação da Revista Cláudia e foi editora e orientadora pedagógica da Revista Recreio.
Sua obra é uma das mais lidas no país pelas crianças e tem participação expressiva nos programas de incentivo à leitura promovidos pelo Ministério da Educação. Só em 2012, 109 títulos de sua autoria foram adotados por escolas públicas de todo o país.




Novo Baton

Posted by Lúcia Rocha

                                                     Novidade no Batom 


                                                               



                  O chocolate mais famoso, Batom, acaba de lançar um novo sabor: creme morango. Surpresa. encontrei ao acaso, junto a um caixa de supermercado. Curiosa, adquiri imediatamente para experimentar e aprovo. O chocolate também mais barato do mercado, com apenas 16 gramas, também está disponível com outros sabores, ao preço de R$ 0,95 - noventa e cinco centavos.                    


O filho de Bonner e Fátima

Posted by Lúcia Rocha


O filho do casal de apresentadores da TV Globo, William Bonner e Fátima Bernades, Vinicius Bonemer, envolveu-se num acidente na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro e logo o episódio ganhou as redes sociais. Internautas perguntavam por que o acidente com o adolescente não ganhou tanta repercussão. Alguns afirmam que se o fosse um filho do ex-presidente Lula, o caso teria repercutido mais, inclusive na TV Globo. Ora, o caso não teve a repercussão que teria caso fosse com um filho do ex-presidente, porque simplesmente, o moço não é filho de pessoas envolvidas em polêmicas, seja em âmbito social, digital ou policial. Vinicius é filho de um casal recém separado que até por uma questão de educação e de bom senso, não toca no assunto sequer em redes sociais, ao contrário de outros casais. Eu diria que, se o acidente fosse com um filho de Lula ou do casal também separado Zezé di Camargo e Zilu, ganharia repercussão, sim. O assunto renderia não somente na mídia como nas redes sociais. Zezé e Zilu, desde a separação, vive uma constante troca de farpas via redes sociais, apesar que o artista é o marido. De uma hora para outra, Zilu se auto denomina celebridade, munida de um perfil 'oficial' nas redes sociais - como as celebridades - tenta passar a imagem de vítima, sem um pingo de educação digital, ferida ainda com a suposta traição do ex-marido, expõe toda a família a uma situação vexatória, pois cada postagem ganha repercussão em programas e colunas de fofocas. Viva o ex-casal Bonner-Fátima que com sabedoria pouparam o filho desse vexame. Para quem ainda não entendeu: filhos de casais que nunca se envolvem em escândalos, em qualquer âmbito, são menos suscetíveis a mídia. Ou seja, a notícia não 'rende'. 


O carro de Vinicius, no detalhe com o pai, Bonner.

Apresentação do livro Tibau de Todos os Tempos

Posted by Lúcia Rocha

                                                                                   

Arte da capa de Augusto Paiva




Apresentação do livro Tibau de Todos os Tempos - Volume I



Pesquisando sobre Tibau no arquivo do centenário jornal O Mossoroense, são poucos os registros anteriores à primeira metade do Século XX e encontramos duas razões: a primeira talvez porque Tibau pertencia ao estado do Ceará até 1920; e segundo, porque não havia estrada de rodagem até 1932, o que dificultava o percurso entre Mossoró e a então Vila de Tibau.
Nesse tempo, Areia Branca era mais presente nas páginas dos jornais de Mossoró, havia a estrada para Areia Branca, motivada pelo grande volume de negócios em consequência do porto, por onde chegavam e saiam as mercadorias comercializadas em Mossoró e região oeste. Então, o fluxo de pessoas entre Mossoró e Areia Branca, trazendo e levando notícias, era bem maior.
Desde que Henry Koster - um português nascido em 1793,    filho de pais ingleses - passou por Tibau, em 1810, montado em cavalo, em sua passagem pelo nosso litoral, escreveu sobre os morros de areia colorida, Tibau tem sido citada e cantada pelos apaixonados por seu mar limpo e falésias. O texto de Henry Koster sobre Tibau foi publicado em jornal inglês, em 1816. Depois, ele o incluiu no livro Travels in Brazil.
Pois bem, a partir do texto de Henry Koster, decidi pesquisar outros autores ou pessoas comuns que escreveram sobre Tibau. Juntei meu acervo de livros produzidos no Rio Grande do Norte, mais os que garimpei nos sebos - a maioria  publicados pela Coleção Mossoroense, do abençoado Vingt-un Rosado - e trouxe para Tibau, onde li mais de trezentos deles, filtrando tudo o que foi publicado sobre Tibau.
Pela leitura dos livros e jornais antigos, percebe-se o tratamento que davam a esse pedaço de chão. Até a década de 1920, é ‘povoado de Tibau’. Depois, ‘pitoresca estância balneária’. A partir da década de 1950, ‘praia do Tibau’. E até sua emancipação, em 1995, ‘Vila do Tibau’.
A partir do episódio da invasão do bando de Lampião a Mossoró, em junho de 1927, Tibau passou a ser considerada um excelente refúgio, servindo de abrigo às famílias que preferiram se esconder a correr o risco de morrer como heróis da resistência a Lampião.
Antes de 1932, quando construíram a estrada de rodagem, Tibau era citada como um lugar distante, quase inalcançável, ou seja, uma aventura sair de Mossoró para Tibau. A pé, são até hoje, exatamente, doze horas. Vinha-se de cavalo, jumento ou carro de bois. A partir de 1915, quando inauguraram o primeiro trecho da estrada de ferro, entre Areia Branca e Mossoró, surgiu a opção de vir de trem até Porto Franco, onde pegava-se uma charrete ou carro de boi e a viagem prosseguia à beira mar.
Os primeiros veranistas, da década de 1890, só alcançavam Tibau a cavalo. A partir de 1900, vinham em carros de bois. Saíam de Mossoró num dia e chegavam no outro, sempre pernoitando em alguma fazenda no meio do caminho.
Através dos poucos registros na imprensa, tomamos conhecimento de como Tibau passou a ser uma opção de lazer ou descanso. Esses desbravadores pioneiros nunca receberam homenagens do poder público tibauense, não são patronos de ruas ou prédios públicos, como acho que mereciam. Mas Tibau tem nome de mossoroenses como patronos de ruas só pelo fato de ter sido proprietário de casa de veraneio. Esse livro permitirá que o poder legislativo tome conhecimento da história desses homens e mulheres e suas relações e vínculos com Tibau para, quem sabe, merecer homenagens futuramente.
Foi o cearense doutor Castro, primeiro médico a atuar em Mossoró, que propagou que as águas e o clima de Tibau curavam algumas doenças. E, assim, passou a ser o primeiro relações públicas de Tibau. Indicou o tratamento, por exemplo, ao poeta e escritor, Henrique Castriciano que, tempos depois fundou a Escola Doméstica de Natal.
O trabalho de pesquisa não ficou somente nos livros e jornais. Em 2009, passei a apresentar o programa Tibau de Todos os Tempos, na FM Tibau, entrevistando nativos e veranistas sobre Tibau, claro. Criei no Facebook um grupo com o mesmo nome do programa e passamos a ter acesso a inúmeras fotografias de Tibau, a partir da década de 1930, através da contribuição dos membros que foram buscá-las no fundo do baú.
As fotos revelam uma Tibau com morros, casas de taipa, cobertas de palhas, os Pingas, as falésias, a famosa Furna da Onça ou Buraco da Sereia; da Tibau onde famílias de empresários, médicos, funcionários públicos e profissionais liberais passavam meses com suas famílias, numa Tibau sem  energia elétrica, água encanada, automóveis, ultra-leves, bugres, barcos, jet-sky ou quadriciclos. Essas famílias vinham em busca de tranquilidade, de uma vida simples, onde seus filhos pudessem correr à beira mar, brincar entre os morros de areia colorida, caminhar com os pés descalços nas ruas de areia, brincar com os animais, jumentos, carneiros e bodes; com aves como galinha, galo e pintinhos. Podiam ouvir o cantar dos pássaros, chupar cana, comer tapioca, beiju, gelé de côco, tomar água de côco, dentre outras delícias oferecidas por crianças e jovens em meio às casas dos veranistas.
Independente da conta bancária do veranista, em Tibau, sua família levava uma vida comum dentre os nativos: dormia em redes, até nos alpendres, a comida era preparada em fogão à lenha, bebia água das vertentes, comia o peixe pescado em jangadas que voltavam no final da tarde, onde se misturavam veranistas e nativos, para alegria da garotada, curiosa para ver aqueles a quem, Raimundo Nonato denomina de vaqueiros do mar.
Até muito pouco tempo, as famílias ainda vinham a Tibau com essa intenção, de férias para dias diferentes da vida que levam na cidade grande, de poder dormir sem aparelho de ar condicionado, sem micro-ondas, sem telefone ou qualquer meio de comunicação. Mas os hábitos vão mudando, de acordo com as gerações. Já não se anda mais com os pés descalços, já não há mais serenatas. Resta a saudade daqueles tempos em algumas famílias tradicionais que ainda mantêm residências à beira mar ou no entorno da Capela de Santa Teresinha.
As casas de taipa deram vez às mansões e apartamentos – inclusive em condomínios fechados – com aparelhos de telefone celular, internet, antena de TV por assinatura e tudo o que o mundo moderno eletro eletrônico permite, com exceção de uma ou outra como, por exemplo, a do casal Ildérica e João Cantídio, construída em 1929 e ainda mantida em seu estilo original.
Mas os avanços como, por exemplo, a estrada asfaltada em pista dupla reduzindo o tempo da viagem para, no máximo, meia hora, ainda não entrou na mente de muita gente que mantém a casa fechada de fevereiro a dezembro. É como se Tibau ainda fosse muito longe ou algo como um projeto de longa distância. Não usufruem da natureza, do mar e do céu limpos disponíveis de janeiro a janeiro. Com raras exceções. Alguns mudaram para Tibau e vão diariamente trabalhar em Mossoró.
Esse livro, portanto, reúne fotos, textos de livros, revista, jornais e redes sociais, onde escritores, jornalistas, médicos, pesquisadores, pensadores, poetas, formadores de opinião ou pessoas comuns citam Tibau. Cada texto é precedido de uma curta biografia e comentário acerca do autor para ajudar o leitor a situá-lo. Não podia também faltar músicas em homenagem a Tibau.
Reunimos fotos e as primeiras imagens registradas de Tibau, são da década de 1930, período em que o fotógrafo cearense, Manuelito Pereira, migrou para Mossoró. A maior parte dessas fotos estão sem os créditos, porém, agradeço quem  possa nos informar da autoria para registrarmos em futuras edições.
Esses registros fotográficos reúnem membros das famílias Escóssia, Cantídio, Nogueira Mendes, Andrade Freire, Gadê, Monte Rocha, Ferreira Leite e Rosado Maia e alguns – poucos – nativos.
Sou grata a quantos facilitaram a pesquisa, aos que atenderam à minha solicitação de textos e material fotográfico e aos que apoiaram através de um simples incentivo.
        À Misherlany Gouthier, que digitou todo esse material e também colaborou com a pesquisa e material fotográfico, minha eterna gratidão.
Agradecer também ao nobre colega, Carlos Adams, pela revisão final, como tem feito nos últimos onze anos, em todos os meus livros publicados. .
À Consuelo Freire que, de Brasília, colaborou dando tratamento ao material fotográfico aqui publicado com melhor qualidade.
Ao inesquecível e eterno Vingt-un Rosado, por tudo que fez para deixar registrado em livros e plaquetes, páginas da história de nossos dias, de nossos antepassados, costumes, cultura, fatos e curiosidades da nossa província.  O Rosado que mais fez diferença na história recente do Rio Grande do Norte e está eternizado, jamais será esquecido ou deletado pelas gerações futuras. E, por isso, o maior mossoroense de todos os tempos. Como saber dos outros sem a publicação dos feitos deles? Você foi mil, merece a devoção, o respeito e as homenagens de tantos quantos souberam, sabem e saberão de sua existência. Alguém que conheci na infância - fomos vizinhos - e Deus me deu o privilégio de regressar à Mossoró, a tempo de uma salutar convivência em seus últimos anos de vida.   
     Esse livro é uma viagem no tempo, dito por quem viveu todas as fases de Tibau.
A pesquisa continua para futuras publicações e será um prazer receber colaboração de quem desejar contribuir para o enriquecimento da história de Tibau, através de textos publicados ou que estejam perdidos em alguma gaveta ou baú.
Esse é o primeiro de uma série de livros dedicados a Tibau, com entrevistas numa troca de irmandade entre nativos e veranistas.


Lúcia Rocha
luciaro@uol.com.br





Lançamento TIBAU DE TODOS OS TEMPOS - Volume I

Posted by Lúcia Rocha

Arte da capa de Augusto Paiva



               TIBAU DE TODOS OS TEMPOS - Volume I - é o primeiro de uma série de livros sobre Tibau, a praia do mossoroense, localizada na divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará.
           Lançamento na Feira do Livro de Mossoró, em 19 de agosto de 2016, a partir das 19 horas, no Expocenter, bairro Costa e Silva.
           No dia 20, sábado, haverá manhã-tarde de autógrafos no Rust Café, na Praça Bento Praxedes, centro de Mossoró.
           Lançamento em Tibau no dia 9 de setembro, no Viola Beach, na Rua Pirambu, por trás do Brisa, centro.
           Lançamento em Natal, dia 31 de agosto, em evento fechado para a colônia mossoroense.
           Lançamento em Natal, em evento aberto, dia 1º de setembro, local a confirmar. 

           Vendas com entrega via Correios para todo o país. Pedidos através do e-mail: emuribeka@uol.com.br - ao preço de R$ 50,00 - cinquenta reais.
           Contato para mais informações: 84 - 99668.4906     

 

GRATIDÃO

Posted by Lúcia Rocha



                                                                         

Foto: Lúcia Rocha
     

             Dizem que colocar filhos no mundo é fácil, difícil é criá-los. Pois adiciono que mais difícil do que criar filhos é receber deles o mesmo tratamento, ou seja, vê-los cuidar de seus pais, quando chegar a hora. 
         São muitas as famílias onde apenas um cuida do seu pai ou de sua mãe. Os demais ignoram ou não são tão presentes quanto deveriam.
         Por que uns cuidam e outros ignoram, sendo que foram criados no mesmo ambiente?
         Por muito tempo procurei a resposta e encontrei, num livro de auto ajuda, Como Evitar Preocupações e Começar a Viver, de Dale Carnegie. Publicado na década de 1940, o livro já vendeu mais de 15 milhões de exemplares, em 36 idiomas.
         No capítulo Se você fizer isto, jamais se preocupará com a ingratidão, o autor lembra que Cristo curou dez leprosos numa única tarde e pergunta quantos leprosos se detiveram para agradecer? Apenas um.
          (...)
          "A coisa é assim. A natureza humana sempre foi a natureza humana - e provavelmente não mudará enquanto você viver", diz o autor, que recomenda não andarmos por ai resmungando coisas contra a ingratidão. "Não esperemos gratidão", sugere.
         Sobre filhos que cuidam de seus pais, o autor descreve um caso familiar:
         "Há milhares de anos, milhares de pais vêm arrancando os cabelos devido à ingratidão dos filhos.
         Até mesmo o rei Lear, de Shakespeare, exclamou: 'Como o filho ingrato causa mais dor do que as presas de uma serpente!'.  
         Mas por que deveriam ser gratos os filhos - a menos que os ensinássemos a que o fossem? A ingratidão é natural - como as sementes. A gratidão é como uma rosa. Tem de ser tratada, regada, cultivada, apreciada e protegida.  
         Se os nossos filhos são ingratos, de quem será a culpa? Talvez nossa. Se jamais lhe ensinamos a manifestar gratidão para com os outros, como poderemos esperar que sintam gratidão para conosco?
         (...)
         Devemo-nos lembrar de que os nossos filhos são o que fazemos que sejam. A irmã da minha mãe, por exemplo - Viola Alexander, de Mineápolis - é um excelente exemplo de mulher que nunca teve motivo para se queixar de 'ingratidão' dos filhos. Quando eu era menino, tia Viola levou a mãe para a sua casa, a fim de amar e cuidar dela; e fez o mesmo com a mãe do marido. Posso ainda fechar os olhos e ver as duas senhoras idosas sentadas junto à lareira, na fazenda de tia Viola. Será que essas senhoras 'amolavam' tia Viola? Oh, frequentemente, creio eu. Mas ninguém poderia suspeitá-lo pela atitude. Ela amava aquelas duas senhoras idosas, de modo que as mimava, agradava a elas, fazia com que se sentissem em suas próprias casas. Além disso, tia Viola tinha seis filhos - mas nunca lhe passou pela cabeça que estivesse fazendo algo especialmente nobre, ou que merecesse qualquer halo de santidade por receber essas senhoras em sua casa. Para ela, isso era natural, algo que devia fazer, pois desejava fazer aquilo.
         Que foi feito de tia Viola? Bem, está viúva há vinte anos, e tem cinco filhos já adultos - cinco casas diferentes - todos eles reclamando a sua presença, querendo que ela vá viver em suas casas. Os filhos adoram-na - jamais se cansam dela. Agem assim por 'gratidão'? Tolice! É amor - puro amor. Durante toda a infância, os seus filhos estiveram cercados por uma atmosfera de cálida e radiante bondade humana. É de se estranhar, acaso, que agora, que a situação mudou, eles lhe retribuam com amor?
        Lembremo-nos, pois, de que, para criar filhos que nos sejam gratos, devemos ser gratos. Lembremo-nos de que 'as crianças têm orelhas grandes' - e tenhamos cuidado com o que dizemos. A próxima vez, por exemplo, que quisermos menosprezar a gentileza de alguém, em presença de nossos filhos, devemos calar-nos. Não devemos nunca dizer: "Veja estes panos de prato que a prima Sue nos mandou como presente de Natal. Ela própria os fez. Não lhe custaram um centavo!". O comentário pode parecer-nos trivial - mas as crianças estão ouvindo. Em lugar disso, seria melhor dizer: "Quantas horas a prima Sue deve ter gasto fazendo esse pano de prato! Como foi amável! Vamos escrever-lhe já um bilhete de agradecimento". E, desse modo, os nossos filhos vão, inconscientemente, adquirindo o hábito da apreciação e do reconhecimento.

      Para evitar ressentimentos e preocupações quanto à ingratidão:

      A) Em lugar de nos preocuparmos com a ingratidão, esperemo-la. Lembremo-nos de que Jesus curou dez leprosos numa tarde - e que somente um Lhe agradeceu. Por que deveríamos esperar mais gratidão do que Jesus recebeu?"

      B) Lembremo-nos de que a única maneira de encontrar felicidade é não esperar gratidão, mas dar apenas pela satisfação de dar.

      C) Lembremo-nos de que a gratidão é algo que se 'cultiva'; se quisermos, pois, que os nossos filhos nos sejam gratos, devemos ensinar-lhes a cultivar a gratidão."      

                                 


                                                                     
O fim como o começo. Foto: Filomena Cabral Rocha

       Ao final do texto, chego à conclusão de que: não basta o filho saber que o pai ou a mãe cuidou de seus genitores. O filho tem que ver.
       Tem que cultivar desde sempre a política do agradecer. Não basta dizer, tem que fazer. O exemplo vale mais do que qualquer discurso.  




Livro novo de Osair Vasconcelos

Posted by Lúcia Rocha

                          Osair Vasconcelos lança livro



                                
Osair Vasconcelos, o mestre estreia na ficção



O jornalista Osair Vasconcelos lançou o seu terceiro livro, As Pequenas Histórias.
Trata-se de sete contos passados numa cidade do interior, no século XX. Segundo o jornalista, as histórias trazem personagens comuns, desses que muitas vezes passam despercebidos pela maioria das pessoas, como se fossem invisíveis. Os contos vão mostra-los vivendo histórias incomuns, às vezes extraordinárias, que acontecem de forma inesperada.
Na capa, o autor mostra a sua primeira obra de ficção como a tentativa de narrar lembranças nebulosas e relatos nem sempre confiáveis de sete personagens em passagens cruciais de suas vidas, envolvendo sexo, amor e morte.

As estórias são como a de uma mulher tida como louca que encontra uma poeta morta e, numa madrugada, as duas repassam as suas vidas. Ou a de um mestre de pastoril levado por uma lufada de vento a sobrevoar a cidade à noite. Há também estórias de amor irrealizado. Outro conto leva o leitor ao interior de um dos filmes mais vistos da história. Tudo começa numa sala de exibição, passa pela película e tem o desfecho na plateia do cinema – e revela como nasceu a mais famosa frase de Hollywood.
A capa do livro, desenvolvida por Vítor Marinho, tem duas versões: amarela e azul.
     O livro é publicado pela Z Editora, de Natal.
     Osair Vasconcelos é um talento do jornalismo potiguar, tendo atuado em mídia impressa e eletrônica. Foi diretor de jornalismo da então, TV Cabugi, afiliada da Rede Globo, hoje InterTV Cabugi e participa há algum tempo, de campanhas políticas no estado de São Paulo e na capital potiguar. Dono de um excelente texto, Osair Vasconcelos nasceu em Macaíba, na Grande Natal, é graduado em Comunicação Social, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
     Esse é o primeiro livro de ficção de Osair, que já participou de algumas coletâneas e publicou dois livros, com histórias e estórias que colecionou no seu currículo de um dos melhores profissionais e descobridor de talentos no jornalismo potiguar. Além de oportunizar novos profissionais, além de encaminhá-los no mercado de trabalho, sabe muito bem orientá-los através de lições que estes carregam para o resto de suas vidas.
      O livro está à venda nas livrarias da capital potiguar.
      Na Feira do Livro de Mossoró, de 4 a 8 de novembro, pode ser adquirido no stand da Livraria Nobel.  

    
                               
Genialidade na literatura


TRIO MOSSORÓ

Posted by Lúcia Rocha

LIVRO CONTA A HISTÓRIA DO TRIO MOSSORÓ









































                        Lançado no dia 6 de maio de 2014, em Mossoró, o livro MINHA HISTÓRIA de Oseas Lopes, Trio Mossoró a Carlos André, conta em detalhes a trajetória dos artistas mossoroenses que mais fizeram sucesso em nível Brasil, na década de 1960. Formado por três irmãos, Oseas Lopes, rebatizado artisticamente de Carlos André, mais Hermelinda e João Batista, o livro tem a apresentação de Raimundo Fagner e o prefácio de Luiz Vieira. Essa primeira edição sai pelo Projeto Rota Batida, da Fundação Vingt-un Rosado, da Coleção Mossoroense, sob o patrocínio da Petrobras, Governo do Rio Grande do Norte, e Cosern. Além da participação de Fagner e Luiz Vieira, o livro traz depoimentos de artistas, produtores e até do jurado José Messias, um dos maiores incentivadores do Trio Mossoró, ainda em início de carreira no Rio de Janeiro.
      O mais interessante na história dos três irmãos desbravadores, é o  início de tudo. Como um simples pintor de carroceria de caminhão, no caso Oseas Lopes, foi descoberto. Ele costumava cantar músicas de Luiz Gonzaga, enquanto pintava frisos nas carrocerias, pois sempre teve uma letra caprichada e elogiada pelos colegas de escola. E todo dia outro jovem como ele, passava a caminho do seu trabalho, uma emissora de rádio, e observava-o cantar. O ano era 1956 e o jovem locutor era o saudoso Canindeh Alves, com apenas vinte anos de idade, que ousou convidar o pintor, que tinha 17 anos, para cantar na festa de primeiro aniversário da Rádio Tapuyo. Oseas espantado com o convite, não entendeu direito, mesmo assim, levou Canindeh até sua casa e, com a permissão do pai, Messias Lopes, cantou para um auditório lotado e nunca mais pintou nada. Ali estava traçado seu destino de cantor, depois tocador de sanfona, compositor, produtor musical, dentre outros, do seu cantor inspirador, Luiz Gonzaga. 
       O livro também conta as tragédias que abateram dois filhos de seu Messias Lopes, primeiro Edson, funcionário da Petrobras, vítima de grave acidente numa plataforma; e Cocota, o maior seresteiro da cidade, assassinado por um menor,às vésperas de viagem para o Rio de Janeiro, onde se uniria aos irmãos e tentaria carreira solo.   
       Quem quiser saber mais detalhes do sucesso do ritmo forró na região Sudeste, precisa ler a biografia do homem que mudou seu nome artístico para Carlos André, após gravar e estourar o sucesso Se Meu Amor Não Chegar, cujo refrão 'Eu hoje quebro essa mesa, se meu amor não chegar', gravado em 1974, vendeu um total de um milhão de cópias e ainda é executada em emissoras de rádio no Nordeste brasileiro.    
      No livro, o registro fotográfico do Trio Mossoró, de Carlos André e sua família, amigos e a capa de todos os discos do Trio Mossoró, de sua carreira solo e dos artistas que ele produziu.     
      O livro pode ser adquirido através do e-mail: emuribeka@uol.com.br com entrega via Correios ou a domicílio para Mossoró, por R$ 30,00 - trinta reais.      
                             
Trio Mossoró: Oseas, João e Hermelinda

                                                                                     
Hermelinda, Oseas e João Batista

João Batista, Hermelinda e Oseas

Luciano do Valle

Posted by Lúcia Rocha


                                    Luciano do Valle: Adoro uma bike



























Por Lúcia Rocha
Foto: João Santos
Revista O Bicicleteiro, em 1995. 


Quando o assunto é esporte, na televisão, é impossível não associar a figura do locutor Luciano do Valle a essa magnífica paixão. Um homem que sempre viveu as emoções dessa maravilhosa arte, faz questão de transmitir aos seus inúmeros telespectadores de forma especial a todo momento.

Luciano do Valle começou a trabalhar como locutor de rádio, aos dezesseis anos de idade, na cidade de Campinas no interior de São Paulo. Três anos mais tarde, estreou na Rádio Record, na capital, começando assim, definitivamente sua trajetória de sucesso, inclusive se tornando um dos maiores e melhores narradores esportivos do Brasil.

Quando o assunto é bicicleta, recorda seus primeiros momentos de liberdade em cima de uma bike. Conta Luciano que, sempre quis estar à frente dos colegas da mesma idade: “Superei minha primeira etapa, não precisando aprender a andar com o auxílio das rodinhas laterais”, confessa.

Desde pequeno, uma das suas preocupações era a manutenção da bicicleta, pois ele mesmo lavava semanalmente a magrela, lubrificava a corrente e trocava os acessórios com uma chave única.

O que mais gostava é de passear sozinho, talvez para sentir a sensação de liberdade. O locutor confessa que naquela época a bicicleta era um produto de ostentação ou um veículo de condução para o trabalho.

Luciano usufruiu do seu veículo de duas rodas durante três anos, período em que a família sofreu um prejuízo financeiro e a bicicleta teve que ser vendida. Para Luciano, foi um momento difícil, para quem estava sonhando com as pedaladas, teve que se contentar em ficar longe da inseparável magrela: “Foi uma grande frustração. Ela era linda” e acrescenta: “Contudo precisei superar tudo”, recorda com tristeza.

O tempo passou, e nunca mais teve a preocupação em ter outra bike, pois logo em seguida começou a trabalhar. Aos quatorze anos, conta que aconteceram algumas coisas na sua vida, descartando a ideia de possuir outra bicicleta. “Passei a me preocupar com outros afazeres, principalmente com minha vida profissional”, conta Luciano.

O menino que, aos cinco anos de idade fazia das transmissões de futebol de botão, sua brincadeira preferida, certamente nunca se desfez do sonho de voltar a ter uma bicicleta. Hoje ele tem observado nas inúmeras viagens ao exterior, a evolução da bicicleta, como veículo de lazer, de competição e até de transportes, e vê nas ciclovias, a grande sacada ciclística para um futuro melhor.

Na TV Bandeirantes, onde está há onze anos, Luciano tem dado espaço a reportagens enfocando o ciclismo. Não esquece, porém, das pedaladas na sua Two Hard Special, quando está em sua casa, em Vinhedo, no interior de São Paulo.

O seu próximo objetivo profissional é de apresentar mais uma vez, o programa Verão Vivo, diretamente de Recife, durante o mês de janeiro. Ele promete pedalar durante os intervalos, para entrar em forma.


ARENA DAS DUNAS

Posted by Lúcia Rocha


ESTÁDIO ARENA DAS DUNAS

O Rio Grande do Norte ganhou o estádio mais bonito da Copa do Mundo e um dos mais bonitos do mundo. É algo que nos enche os olhos, pois mudou demais a paisagem de Natal, para quem está entrando na cidade. Aliás, a impressão de quem está em Natal, é que todos os caminhos nos levam ao Arena das Dunas, construído entre as duas principais avenidas da cidade, a Salgado Filho e Prudente de Moraes. Inaugurado em janeiro pela Presidente Dilma, em  solenidade para um seleto público de convidados e funcionários da construção, satisfeitos com a obra mais marcante até o fim de suas vidas, além de jogadores campeões da nossa seleção, como Bebeto e Cafu. Acredito o estádio Arena das Dunas vai trazer muitos benefícios, pois além de partidas de futebol, esse gigante equipamento vai abrigar em seu interior eventos de toda natureza, como shows seculares e cristãos, nacionais e internacionais; seminários e congressos cristãos, por exemplo. Na parte externa, confesso que amei o calçadão, desejo que sirva para caminhadas matutinas, vespertinas e noturnas, atraindo vendedores informais de água de côco e mineral, sorvetes. A parte externa também poderá ser utilizada como o estacionamento do Estádio Pacaembu, na capital paulista, que toda terça-feira abriga uma feira de carros antigos, além de comercialização e troca de peças para carros antigos ou fora de linha. Para os profissionais da comunicação, Natal ganha um Centro de Apoio à Mídia na Copa do Mundo, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, que servirá como base para duzentos jornalistas do Brasil e do exterior para produzirem reportagens sobre diversos assuntos que digam respeito ao Rio Grande do Norte, além do aspecto futebolístico do Mundial, funcionará como uma base avançada de troca de informações entre academia, governos, instituições privadas e a imprensa. Para o secretário de comunicação do estado, Paulo Araújo, este centro vai se transformar na grande porta de acolhida da imprensa estrangeira em Natal durante a Copa do Mundo, período em que se estima em pelo menos três mil o número de profissionais que visitarão a cidade-sede em busca de história, cultura, gastronomia, turismo, economia, arte e outros assuntos importantes do Rio Grande do Norte.Todas as fotos são autorais.


Dezembro de 2013

Dezembro de 2013

Noite de inauguração em janeiro de 2014

Escada externa de acesso às arquibancadas

Luana e o irmão Lucas posam no Arena das Dunas 

Gramado e arquibancadas

Presidente Dilma e Governadora Rosalba
Espaço para cadeirantes

Praça de alimentação

Área climatizada para degustação