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O ADEUS A ARNALDO SACCOMANI

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Com Arnaldo SaccomaniA Música Popular Brasileira perdeu hoje, dia 27, um grande profissional, Arnaldo Saccomani, diretor, produtor musical e gente muito boa, um excelente ser humano.
     Através de Arnaldo, aprendi sobre os bastidores da produção de um disco, algo inimaginável para quem só curte um bom som.
     Através de Arnaldo, pude conhecer uma família maravilhosa de duas filhas - Júlia e Thaís - e esposa, Vera.
     Através dessa família, testemunhei que por trás de um grande profissional da indústria de entretenimento, há o ser humano, o homem que não dava um passo sem a família.
     Assim era Arnaldo, envolvia, trazia para junto de si, esposa e filhas, também, levava artistas para seu lar, um ambiente aconchegante, onde tinha espaço para famosos e anônimos, para gente em busca de fama, gente talentosa na área musical ou nos bastidores.
     São vinte e nove anos de amizade.
     Conheci as filhas, ainda crianças e pude desfrutar da…

NOVO ANORMAL

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Crianças na volta às aulas na Tailândia. 
 Diariamente, observando o noticiário criamos expectativa sobre a volta do 'novo normal'.
    Acho que não haverá novo normal, enquanto não houver vacina. 
   Acredito num 'novo anormal'.
   Como pode haver 'novo normal' sem nenhuma segurança? 
   Quem está indo a barzinho ou restaurante? 
   Quem está louco para mandar seus filhos para a escola?
   Quem irá à missa, culto ou show enquanto pode assistir pela televisão ou redes sociais? 
   Que falta de paciência é essa que arrisca-se a  vida e de pessoas próximas, transmitindo o vírus para pais, tios, tias, avós, pessoas em grupo de risco?  
   Paciência tem limites, dane-se o que chama-se de 'novo normal' e não devemos nos arriscar enquanto não houver vacina, enquanto não houver cura, enquanto houver gente indisciplinada cometendo loucuras em nome de um 'novo normal'.
    Pois, pelo menos para mim, não tem nada de 'novo normal', estamos assistindo um '…

GENTILEZA EM TEMPOS DE PANDEMIA

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Em tempos de pandemia, tenho observado que a relação consumidor-comércio e serviços tem mudado bastante.
      A pandemia tem gerado pouca ou nenhuma receita para quem vive de comércio e prestação de serviço, causando um grande caos na economia e salva-se quem tem educação financeira, seja no âmbito pessoal, doméstico ou empresarial.
      Num supermercado, duas surpresas no mesmo dia,em questão de minutos. Na padaria, a moça passou os pãezinhos com uma frase: "Volte sempre".
      Meu Deus! Será que ouvi direito?
      Surpresa, fiz-me de desentendida e perguntei o que ela havia dito, repetiu.
      Então, foi isso mesmo.
      Logo em seguida, a moça do caixa, um pouco constrangida, entrega a nota das compras juntamente com um papelzinho - acima deste texto - medindo mais ou menos cinco centímetros por três, com uma frase bíblica.
       Uau! Nunca tinha acontecido isso.
       Quase perguntei se foi iniciativa dela, ou seja, digitar, imprimir, cortar e distribuir com a …

E DAI?

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Durante essa pandemia, cada um descobre a inutilidade das coisas, como por exemplo, alguém tem calçados demais e, com o isolamento ou distanciamento social, percebeu que pode viver muito bem com menos pares de sapatos, tênis, sandálias e botas. A essas alturas já doou ou separou o que não mais usará para doar quando sair do confinamento.
    O jornalista e escritor, Ignácio de Loyola Brandão, em entrevista ao UOL questionou para que passar roupas.
    Daqui em diante, quem sobreviver ao novo coronavírus Covid 19, vai ter que adotar o seguinte questionamento: "E dai?".
    "E dai?", foi dito pelo presidente da república, Jair Bolsonaro, a um repórter que perguntou o que  teria a dizer com o elevando número de óbitos vitimados pelo Covid 19 no país.
    Pois desde esse episódio, resolvi adotar a mesma resposta para perguntas constrangedoras:         - Ei, não vai mais tingir o cabelo? Vai assumir os cabelos brancos?", perguntou uma vizinha.     
     - E dai?
  …

NEVALDO ROCHA

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Nevaldo Rocha


O Rio Grande do Norte perdeu seu primeiro e único filho que chegou à condição de bilionário. Trata-se do empresário Nevaldo Rocha, fundador do Grupo Guararapes. Nascido em Caraúbas, em julho de 1928, mas criado em Mossoró.
Nevaldo Rocha era filho de um topógrafo e migrou para Natal ainda na adolescência, durante a II Guerra Mundial, onde construiu uma das mais belas trajetórias do mundo corporativo brasileiro. No  início, vendeu bugigangas e trabalhou numa camisaria. De Natal, Nevaldo foi para Recife, onde deu grande impulso na área de confecção e atualmente
o Grupo Guararapes se constitui de fábricas de confecção, mais de trezentas Lojas Riachuelo - onde são comercializados toda a produção de vestiário e acessórios; Shopping Midway, em Natal, Teatro Riachuelo, em Natal e Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, dentre outras empresas.
Quando já estava com os negócios consolidados, Nevaldo retornou à Mossoró para se casar com a prima, Eliete Gurgel Rocha, de quem era viúvo e c…

PEDRO DE LARA E O COVID 19

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SEGURO DE VIDA EM TEMPO DE PANDEMIA

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