EDILSON DAMASCENO

Nosso tempo: de livros, fatos, gente e lugares.          

Artigos já publicados em diversos órgãos de imprensa.


Edilson Damasceno com a Governadora Rosalba Ciarlini
      
      Hoje vamos contar a trajetória do jornalista natalense, Edilson Damasceno, que deveria ser Edilson Castilhos Damasceno, mas por um erro no cartório, foi registrado sem o sobrenome materno. Filho do militar já falecido, Euclides Damasceno da Mata, natural de João Câmara; e da dona de casa, Almira Castilhos Damasceno, natural de São José de Mipibu. Edilson Damasceno, vencedor do Prêmio Dorian Jorge Freire, na categoria Mídia Impressa, é repórter do caderno Mossoró, do JORNAL DE FATO.  
      Edilson Damasceno começou a trabalhar aos dezesseis anos de idade, como servente de pedreiro, tempos depois trabalhou como auxiliar de escritório. Foi levado para o jornalismo porque tinha o hábito de ler desde cedo e, por esse motivo, sua mãe costumava dizer que seria o único filho ‘a ser gente’. Sexto, de uma família de sete filhos, seu ingresso no jornalismo se deu através   do amigo advogado, Subhadro, que o indicou ao jornalista Franklin Jorge, que estava precisando de alguém para fazer uma pesquisa no jornal A REPÚBLICA. 
        Depois disso, Osho pediu para Edílson escrever algo para o DN REVISTA, suplemento do DIÁRIO DE NATAL. EdIlson escreveu alguns artigos e Osho gostou e publicou. Foi um pulo para atuar na sucursal de Mossoró do DIÁRIO DE NATAL, em 1995, onde começou pelo setor administrativo e passou a fazer matérias da área policial e cultura, quando o chefe da sucursal e os repórteres tiravam férias: Franklin Jorge, Aglair Abreu e Amâncio Honorato. Sua intenção era apenas ajudar. Edílson Damasceno é formado em Administração de Empresas, pela UFRN, e atualmente estuda Filosofia, na UERN. Quando concluir, pretende fazer comunicação.  
      Edilson ficou um ano no DIÁRIO DE NATAL e passou para O MOSSOROENSE, em  1996, saindo um ano e três meses depois. Atendendo convite, foi trabalhar no JORNAL DE HOJE, vespertino natalense. Lá ficou oito meses e voltou  para Mossoró, também a convite, para trabalhar na GAZETA DO OESTE. Chegou em março de 1998 e permaneceu até fevereiro de 2003. Foi repórter e editor do caderno Cidades, editor-assistente e editor-geral.  
         Edilson faz parte da equipe da Agência de Comunicação da UERN e presta assessoria de imprensa à Prefeitura de Grossos desde janeiro de 2005. É casado há onze anos com a professora Cleide, natural de Grossos e pai de Breno e Murilo, de 9 e 7 anos de idade, respectivamente, naturais de Mossoró. 

Jornal PÁGINA CERTA, junho de 2007.

Comentários

  1. Gostei muito da sua história apesar de sermos da mesma família, não sabia dessas histórias detalhadamente como você escreveu,gostei bastante e admiro muito a sua força de vontade de conquistar os seus propósitos.
    Parabéns manda um abraço para família ai e todo mundo morre de saudades de vocês.

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